segunda-feira, agosto 08, 2005

NOVA POLL

Desta feita vamos eleger o 2º Central do nosso ONZE.

Porém, desta vez o referido central tem que ser um orgulhoso portador do belo bigode.

Das várias escolhas, a grande maioria está já representada no blog. Portanto se tiverem dúvidas não hesitem em consultar o referido amigo blog.

bem hajam.

terça-feira, agosto 02, 2005

E Tudo o Brito Levou
















E tudo levou a Trupe de Carlos Brito, digníssimo portador de moustache à lá Clark Gable, commander and chief destas Scarlett O'Haras que pintavam retratos de uma fiel robustez em Vila do Conde.

Falica e Farrajota, como os próprios nomes efeminados indicam, eram as Scarletts designadas para a apanha do algodão. Contudo, Falica era mais especialista em dar do que apanhar, com aliás atestam os seus 12 amarelos ao serviço do clube de Zé D'Angola, o Ac.Viseu, nos idos de 1991.
Farrajota, "Farras" para os poucos amigos que tinha, era tão bom a apanhar o algodão, que acabou a sua carreira a apanhar garrafas de cerveja nas obras do estádio do Schifflange 95, clube luxemburguês onde acabou a carreira.

A Trupe do Clark Brito tinha também um Campeão da Europa, vejam só. Quim era o seu nome e Vila do Conde a sua terra. Espalhara brasas de azul e branco vestido, comandando o campo de Artur Jorge da bancada.

Na Rifa saiu-lhe também o experiente Rifa. Rifa rifou muitas das seis oportunidades que teve ao serviço do Rio Ave por se tratar dum defensor rafeiro.

José da Rocha Monteiro Silva é dos avançados mais prolíficos na história dos matraquilhos. Em campo relvado, este pé de gelo ficou-se pelos 168 jogos e 8 golos. Um excelente total para um guarda-redes sul-americano. Zé da Rocha foi um mito vivo no Leça anos mais tarde sabe-se lá porquê. A minha aposta é o nome.

A estrela era indiscutivelmente Clint Sherwin Marcell. Um nome facilmente conotado com as lides da guerra civil norte-americana. Um apodo nobre, elegante e altivo. Principalmente quando sabemos que no século XXI este gladiador Trinidadense e Tobaguense (sim,eu sei que não se diz assim) comandou as tropas britânicas de Darlington,Harrogate Town e Scarborough nas muy nobres e leais batalhas das divisões inferiores de terras de Sua Majestade.
Em Portugal, todos conhecemos Sir Clint principalmente do seu disfarce como velocípede por terras durienses e condenses, como aqui demonstrado sob a guarda atenta do bigode de Clark Brito.

E tudo o Brito Levou.

El Rey Dom King


Temos central.

Em 100 votantes, o enérgico e não pendular King ficou no topo.
Contudo, El Rei foi seguido de perto pelo mítico Paixão, âncora do Farense, alicerçado no seu monumento capilar inspirado na tourneé '88 dos Bon Jovi.
Num muy honroso e distinto terceiro posto, o animalesco ex-capitão de Belenenses e Benfica, que fez da imprevisibilidade e comédia uma arma: Paulo Madeira.

El Rey Dom King, que manejava a catapulta como ninguém, foi o primeiro cavaleiro da ordem da águia (e arredores) que ousou marcar um livre frontal á baliza de forma a que este saísse pela linha lateral. Este muy nobre fidalgo afecto á arte sarrafal soía aplicar os seus dotes físicos de forma a que ninguna alma no departamentus medicus ficasse de mãos a abanar.


"Rins de pedra não partem nunca, com este manejar de bola transformo um palácio numa espelunca." - El Rey Dom King





Clickar nas imagens para vê-las grandes como o ordenado de Nuno Gomes


sábado, julho 30, 2005

Descubra as Diferenças VIII



Marcelo Sofia, esse brasileiro com problemas de identidade..
À esquerda vestia a pele de Lionel. À direita temos o verdadeiro Marcelo Sofia, goleador do Académico de Viseu entre 94 e 96..
Marcelo sabia fazer das suas. Desde cedo que cantava nos States.. mas sempre que podia dava uma fugida a Portugal e vestia as cores do Académico de Viseu, para golear as redes adversárias.. Dizem que por cada golo cantava um refrão conhecido.. o que fazia os Rede entrar em pânico. "Hello, is it me you're looking for? " - Estava o medo e o terror espalhado nas áreas e balizas de equipas como o Setúbal, Uniao da Madeira, Campomaiorense.. todas sofreram na pele este duro e duplo golpe: da voz e do pé de Marcelo.
Marcelo nunca lançou um disco com a sua verdadeira identidade.. pois consta-se que agora, após regressar à sua terra natal, joga futebol e é goleador novamente! Pelo que a sua identidade de Lionel fica só para os States..
Volta Marcelo, estás perdoado..

segunda-feira, julho 25, 2005

Subir na Carreira


Infelizmente para o jovem Ricardo, para subir na carreira um jogador normalmente precisa de algo mais que uma expressão de sofrimento digna de "Os Marretas" e um boné torto.

Quiçá um bom bigode. Mas a supracitada expressão e respectivo também boné não ficam nada mal. Mas prefiro o bigode.

segunda-feira, julho 18, 2005

"Síndroma de Bi-Nome de Adjunto"


Aqui exposto - doente crónico que padece do "Síndroma de Bi-Nome de Adjunto", que apoquentou nomes como:
  • Mota (agora José Mota)
  • André (agora António André)
e o sentido inverso:
  • Aloísio (agora Aloísio Alves)
  • Álvaro(agora Álvaro Magalhães)
  • Alfredo (agora Alfredo Castro)
  • Domingos (agora Domingos Paciência)
E assim Brito ganhou o seu Baltemar. E perdeu o bigode, juntando-se a Artur Jorge, Vítor Manuel,Carlos Queiróz...MAS PORQUÊÊÊÊÊ?!?!?!?....

As Quatro Rabecas


Todos estamos lembrados que há muitos muitos anos, numa galáxia far far away, cinco Mestres na arte de acariciar o esférico cirandaram pelos relvados de Stromp com o intuito de levar o seu Sporting Clube de Portugal à efémera glória. Glória essa que foi fulminada anos mais tarde por Missé-Missé e outros artistas.

Mas deixemo-nos de devaneios. Esses cinco artesãos do bem jogar nunca foram substituidos no coração dos doentes da bola, cansados que estavam de sofrer coronárias nesses anos oitenta com as carapinhas de João Pinto e Rui Barros e o bigode de Veloso.

Até aos anos noventa. Contra todas as expectativas, porém, foi na agremiação sportiva mais representativa de Barcelos que o mito ressurgiu, ao invés do Estrela da Amadora com Abel Xavier e Calado.

As quatro rabecas de Barcelos vieram substituir os cinco violinos de Lisboa de forma tão eficiente quanto Miguel Castro (vulgo Mielcarski) substituia Jardel ou Domingos no final das contendas mais acesas.

A fúria incontida de Nogueira, os lábios pretos de Mangonga, os olhos cerrados de Camberra e a ironia cilíndrica de Armando fizeram história na bola Lusitana.

Camberra era para muitos o líder das tropas, uma espécie de Yoda, que ensinava de olhos fechados aos seus pupilos a arte de entrar em sintonia com o Lado Bom da Força.
O seu pupilo predilecto era o jovem e pujante Mangonga que, elegante como um negro corcel, serpenteava o seu caminho por entre as defesas mais emperdernidas com a subtileza dum Azar Karadas numa grande área desprotegida.
Cavalgando ao seu lado estava o nobre e leal Nogueira, imponente como uma nogueira e imperial como uma cerveja em Lisboa.
De resto, todos eles sempre apoiados pelo vértice rebelde deste Triângulo de Isósteles, que era nem mais nem menos do que o sempre bem disposto Armando, uma espécie de Frei Tuck (o verdadeiro também lá estava) bronzeado, dando apoio ao seu Robin Hood Barcelense Camberra, que com as três flechas na mão, as enviava volta e meia ao seu alvo de preferência:

As indefesas redes adversárias. Assim se tocava boa música. Salvé Paco Bandeira.

quinta-feira, julho 14, 2005

O dedo da fama

A mão mais famosa da Bola Lusa terá sido certamente a de Vata, sem descurar portentos das redes como Kralj, Botende, Wozniak, Baston, Bossio, Ricardo, Marco Tábuas, Hilário ou Rui Rêgo.

E os dedos? Pois. Simples, digo eu. Cláudio Mejolaro.

OK, o nome pode não ser muito falado , pois o jogador em causa não fez mais de cinco ou seis jogos incompletos na esfera bolística lusitana.

Porém, se houve coisa que nos ficou na memória, para além do seu apelido a roçar o imbecil, foi indubitavelmente a sua pose para a objectiva. Em dois ou três dias apenas, aquando da sua contratação para o onze draconiano de Del Neri, Fernandez, Couceiro, Aloísio, André (etc), Mejolaro Jr exibiu orgulhosa e pomposamente o seu polegar mais vezes do que alguma vez poderíamos imaginar que fosse possível.

O que aqui temos é uma mísera demonstração do famoso polegar. Exibiu-o no mínimo o dobro das vezes.

Porém, quando o bombardeiro da bochecha rubí emigrou à caça de petrodólares foi possível observar outra mudança que não a do equipamento do Fêquêpê para um similar ao da Abelha Maia.

Adeus polegares, olá sinal da paz.
Possívelmente por se encontrar num país árabe, foco da atenção mundial devido à corrente situação política, o senhor Mejolaro decidiu abandonar o que o caracterizou em Portugal para abordar uma nova carreira com dois dedos e uma pomba branca. Ou só dois dedos. Mas fica a intenção.


quarta-feira, julho 13, 2005

Verão Em Festa



VERÃO EM FESTA... Com a chegada do verão nada melhor que uma
lufada de ar fresco destes belos craques, que sem dúvida nos proporcionam
momentos memoráveis no que respeita a 'abanar o capacete'.
De uma coisa não há dúvida... todos querem saber quem é o cabeleireiro
do portento tecnicista Sérgio 'o Sagaz' Cruz...

sexta-feira, julho 08, 2005

Carlos Ilídio Moreno Gomes

Carlos Ilídio Moreno Gomes.Uma vida devota ao SC Covilhã.

Aproxima-se uma década de Leão Serrano ao peito.
Sim, eu sei, não há leões na serra.Mas é o símbolo.
Não, não tiveram criatividade para fazerem o seu próprio símbolo e decalcaram o do Sporting CP. Sim, podiam ser os Cães da Serra. Ou Lobos da Serra.
Sei lá. Mas o pessoal gostava do Sporting. Adiante.

O Carlos Ilídio não teve culpa disto. Ele, enquanto distribuía porrada
alegremente e indiscriminadamente enquanto petiz em Cabo Verde, dizia
convictamente:

-"Sou do SC Covilhã desde pequeno."

A resposta comum era:

-"Mas Ilídio,tu ainda és pequeno."

Seguia-se normalmente um seco mas decisivo sopapo na goela.

Depois do petiz Ilídio se tornar já no imponente Piguita, a intransponível rocha do orgulhoso pelado do Sporting da Praia (sim, outra vez Sporting), embarcou num contentor em direcção a Famalicão, terra de Tanta e Ben-Hur.

Aveiro e Portimão não foram mais senão paragens nessa grande travessia na camioneta Resende que o deixou na cidade da Beira Interior.

O sonho do petiz Ilídio foi concretizado, e hoje enquanto destacado líder das hostes serranas há uma década, não é mais senão um central caceteiro e uma extensão do longo braço de Fanã, o mister. Com Fanã ao leme, Piguita seria um excelente homem para limpar o convés do barco do Interior.

Fanã e Piguita.Piguita e Fanã.

sexta-feira, julho 01, 2005

Descubra as Diferenças VII

O prometido é devido.

Pensava que seria complicado encontrar uma imagem do subtil mas carismático Rocha, o capanga do magnânime Átila no Duarte & Companhia, possivelmente a melhor série de sempre da televisão tuga.

Porém, cá está ela. E é um momento de tal forma marcante, que não poderia vir sozinha.














Um bem haja ao nosso leitor "Estrela" pela observação astuta e sagaz que nos permitiu fazer esta ligação fraterna entre ambos os ícones.

segunda-feira, junho 27, 2005

o nosso ONZE

A nova contratação do nosso ONZE:

Luís Campos. Cos e Koemans para quê?

Zé Miguel na baliza, Nelo e Broas nas laterais e Dias da Cunha no camarote presidencial.

Promete.

  • Próxima Poll - Procuramos um central sem bigode. Votainde.


Clickar na imagem para vê-la grande como o ordenado de Nuno Gomes

Luís Campos o mijter da malta

Luís Campas.

Mais palavras para quê? 31% dos votos. Esmagador.

clickar na imagem para conseguir ver alguma coisa de jeito

Descubra as Diferenças VI

Um corria na praia, outro corria no relvado.
Um chutava a bola, o outro chutava heroína.
Um penteava as melenas, o outro penteava a bola.
Um comia gajas,o outro comia a relva.
Um tinha amor à camisola, o outro tinha horror à camisola.
Um cantava mal, o outro cantava de galo na grande área.
Um tinha um carro que falava, o outro falava de carros.

Cada um à sua maneira, mitos vivos (ou quase).

o que seria do mundo da bola sem registos fotograficos?

domingo, junho 19, 2005

BÓNUS

Um bigode. É dia de festa.


o que seria do mundo da bola sem registos fotograficos?

Imitadores e protótipos? Não, obrigado.

"Mas...mas o que é isto??", clamavam os espectadores surpresos.

"Será seda?"
"Será uma fugidia bola de algodão?"
"Será um balão de hélio?"

Não...era uma vulgar bola de futebol ser pontapeada (ou deverei dizer acariciada) pelo negro panzer Kiki.

Por vezes os frequentadores das bancadas das Antas, perante tanto deleite e brilhozinho nos olhos, perguntavam-se se estavam perante um comum esférico, tal era a leveza e suavidade do toque de bola de Kiki, qual Mogrovejo ou Rui Costa.

Kiki era um carregador de piano. Não no sentido futebolístico, mas trabalhava mesmo no ramo de carregadores de piano. Carregava pianos. Tal actividade reflectiu-se em campo, onde a sua pujança não fazia muitos amigos de bisca lambida entre os adversários.

Muitos imitadores se seguiram e muitos protótipos o precederam. Pobres diabos como o também dragão Emerson ou como o holandês Gullit tentaram e não tiveram sucesso.

Ruud Gullit admitiria mesmo numa entrevista em 1995 que a sua carreira não passou de uma longa frustração: "Durante algum tempo pensei que era um grande jogador. Depois vi o Kiki. Esquece, disse eu. Até o cabelo dele é mais fixe e luzidío. Vou cortar o cabelo e dedicar-me a treinador."

Quanto a Emerson, a mágoa era diversa: "Toda a minha vida moldei o meu jogo pelo grande Kiki. Este cabelo não é obra do acaso. O ponto alto da minha carreira foi quando assinei pelo Porto. Finalmente serei comparado com Kiki, pensei eu. Mas ninguém se atreveu. Quis sair do Porto para Braga, mas só me quiseram em Inglaterra. Lá compararam-me uma vez ao Kiki. Mas afinal era com a Kiki Dee, aquela que fez um dueto com o Elton John. Chorava todas as noites e dormia em posição fetal. Mas acho que esses tempos já acabaram."

Pobres diabos. Sorte a nossa que pudemos apreciar as tuas diabruras em campo.


o que seria do mundo da bola sem registos fotograficos?

sábado, junho 18, 2005

vim p pôr o dedo na ferida...

BIRAME e OUATTARA despertaram o meu interesse pela bola.. o drible elegante e o toque de bola meigo e gentil sempre me fascinaram, e hoje estou aqui... Para os lembrar e enunciar todos os novos nomes que não atingindo a grande valia dos referidos, certamente irão fascinar os adeptos do futebol maravilha.. areias, dembele, e beto serão elementos preponderantes nesta nova época futebolística..

Let's party like it's 1986 - PARTE II

Os tempos de Barrosos, Andrés, Paulinhos, Matias, Formosos, Bandeirinhas, Velosos e outros que tais são já memórias algo distantes e turvas.

Tendo isto em mente, decidimos ver a bola actual através do prisma 80's. Ou seja, como seriam os jogadores de hoje em dia, se o dia de hoje fosse 31 de Março de 1986?

Seguem-se os segundos alvos da série. Dois goleadores. Dois arietes. Duas setas apontadas à baliza. Duas lanças em África.

Bock, o mito goleador das divisões secundárias e Pedro Pauleta, o ciclope dos Açores(pois da forma como alveja a baliza parece ter apenas um olho).

Com eles os 80's teriam tido mais poder de fogo.


o que seria do mundo da bola sem registos fotograficos?

domingo, maio 22, 2005

Descubra as Diferenças V

Ahhhh...Zák. Não Zach, como Zach Thornton, o excepcional guardião do templo do milhafre do espanhol (perdão, águia). Porém, tal como o elástico gigante negro, clone de William ou Khadim, equipava de vermelho, mas desta feita sobre uma pele alva e leitosa.

O "Fantasma Branco", Zák, era o ídolo silencioso dos penafidelenses no início dos anos 90, antes de clássicos da bola como António "Mr.Cross" Folha, Clayton "Até Sou Bom a Pôr a Mesa", Fernando "Robocop" Aguiar e Ljubinko "Não, Não Tenho 48 Anos e Cara de Grego" Drulovic dançarem no tapete côr de liberdade no Estádio 25 de Abril. Mas visto o tempo e o destino serem por norma cruéis, este goleador de leste terá ficado nas nossas memoires porventura por outros motivos. Sejam eles por ser parecido com o atlético ex-comparsa de JVP no SLB, "Le Chef" Michel ou pelo nome que, à excepção do velocíssimo defesa esquerdo Vlk, não teria rival. Teria sido interessante ver Zák e Vlk num onze.

Mas não foi.



o que seria do mundo da bola sem registos fotograficos?

domingo, maio 15, 2005

Bigodstroika

Fossemos todos assim...

"E se lhe dissessem que um bigode se tornou um símbolo para os adeptos de um clube? A verdade é que tal facto se tornou realidade para os apoiantes do CSKA de Moscovo, adversário do Sporting na final da Taça UEFA, e obrigou o treinador da equipa russa, Valeri Gazzaev, a quebrar a sua promessa.

Gazzaev prometeu que cortava o bigode se chegasse à final da Taça UEFA, quando foi eliminado da Liga dos Campeões na fase de grupos. Mas, após a vitória sobre o Parma nas meias-finais da UEFA, os adeptos «suplicaram» ao técnico que não cumprisse o prometido, por considerarem que o seu bigode é já um símbolo do sucesso do CSKA.

«Recebi inúmeras mensagens dos adeptos nos últimos dias, pedindo-me que mantivesse o meu bigode e que trouxesse a taça para Moscovo», afirmou Gazzaev."

in Maisfutebol


o que seria do mundo da bola sem registos fotograficos?
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